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Ash Vs Nogueira: A Melhor Batalha do Anime?


Olá, Thunders!

Para esse mês de dezembro, a Pokémothim preparou um especial de despedida de Alola. Depois de toda uma cobertura da Conferência Manalo, nada mais justo do que começar essa sequência de quatro post com a batalha que finalizou o evento, a luta de exibição entre Ash e o Professor Nogueira.


BATALHA

Incineroar e Torracat são os primeiros escolhidos pelos seus treinadores para iniciar a batalha de 6x6, com o segundo elevando o seu poder de fogo antes mesmo de usar ou receber qualquer golpe. O primeiro a investir é o Pokémon do Ash, com o Ataque de Chamas, mas é parado pelo movimento Força Bruta, que aumenta a defesa do oponente.

Torracat investe novamente com o Ataque de Chamas, mas Incineroar usa o Lariat Escuro, obrigando-o a desviar. Porém, a pré-evolução ainda tenta acertar as Presas de Fogo pelas costas do oponente, apesar de ser derrubado, sem exito. Assim, o gato menor volta a usar o primeiro ataque, o qual o permite ganhar mais velocidade a cada vez que é utilizado, e gira em torno do tigre, no entanto, é lançado por um Golpe Enfeitiçado e quase pego, se não tivesse parado o evoluído com a Rajada de Fogo.

Após mostrar que o seu Pokémon não tem ponto cego, Nogueira pede para que ele utilize o movimento Queimadura Explosiva, mas, repentinamente, Torracat se dirige para o ataque e o absorve para dentro do seu guizo, de modo a elevar o seu poder de Fogo, mas sobrecarregar o órgão do Pokémon.

Pela sobrecarga, Ash retorna Torracat para a Pokébola e seleciona Lycanroc para continuar a batalha contra Incineroar, aproveitando a imobilidade do adversário, pelo golpe que usou, para acertar o Rocha Veloz e tentar fazer o mesmo com o Gume de Pedra, apesar de o de Fogo ter utilizado o Lariat Escuro para quebrar as rochas. Estrategicamente, a pedido do treinador, o lobo usa uma das pedras fragmentadas, carregando-a com a boca, para cortar o braço do oponente, por pouco não sendo atingido por um Golpe Enfeitiçado.

Com isso, o Professor Nogueira retornou Incineroar para a pokébola e escolheu Braviary para assumir o seu lugar, já iniciando com o Deslize de Pedras. Para se defender, Lycanroc utiliza o Contra-atacar e joga as pedras de volta para o pássaro, quase o derrubando. Com a intenção de reverter a situação, o aéreo usa o Queda Livre, mas é surpreendido pela Mordida, em sua pata direita.

Enquanto leva dano da Mordida, Braviary sobe mais de setecentos metros e conclui o seu ataque com o arremesso do Lycanroc, que resiste ao golpe e lança o Gume de Pedras. Como defesa, o pássaro quebra as rochas com a Asa de Aço, de modo a espalhar poeira pelo campo e surpreende o oponente com o Superpoder. O lobo tenta resistir, mas cai e dá espaço para Rowlet.

O inicial de Grama começa com o movimento Folha Navalha, facilmente bloqueado pela Asa de Aço do pássaro maior, mas resolve subir um pouco ao céu para desviar do golpe e atingir o oponente com a Bomba de Sementes surpresa. Dessa forma, Rowlet continua a usar o mesmo movimento, enquanto Braviary rebate a Pedra da Eternidade e recebe alguns dos lançamentos dela.

Em dado momento, Braviary consegue atingir a Asa de Aço na coruja e aproveita para acertar também o Superpoder, mas o inicial é mais ágil, por o adversário estar mais lento depois do dano causado pelo Lycanroc, e o faz perder o equilíbrio ao atingi-lo com o Pássaro Bravo, o que o derruba das alturas e o derrota. Consequentemente, um novo oponente surge para Rowlet, um Venusaur.

Rowlet investe com o Pássaro Bravo, contudo, é preso na flor do adversário. Assim, o inicial tenta se soltar através da insistência com o mesmo ataque, enquanto Venusaur prepara o Raio Solar. Ao recordar da estratégia usada contra Decidueye, Ash pede para que a coruja utilize o Dança das Penas, de modo a permitir a sua fuga e a reutilização do Pássaro Bravo. Porém, o Pokémon evoluído cessa o Voador com a Bomba de Lodo e o nocauteia com o Chicote de Vinha.

Então, Torracat volta ao campo de batalha, já com o seu guizo aparentando maior controle sobre as chamas presas nele. Ao tentar prender o gato de Fogo com o Chicote de Vinha, Venusaur recebeu as Presas de Fogo e tem o seu corpo consumido por chamas, situação que piorou ao tentar se defender com o Bomba de Lodo de uma Rajada de Fogo carregada pelo poder absorvido do Incineroar e responsável por desclassificá-lo.

Dando continuidade ao confronto, Torracat foi substituído por Pikachu para a batalha contra Empoleon. O roedor começa com a Teia Elétrica, que é cortada pelo golpe Garra de Metal do oponente, assim, um duelo entre esse mesmo movimento do inicial evoluído e o Cauda de Ferro se inicia. Isso até o de Água e Metal ter o movimento Bico Broca cessado pela Teia Elétrica e deixar o adversário tonto por meio do Redemoinho.

Ash decide trocar o seu companheiro pelo Melmetal, o qual repele um Jato d'Água ao girar o seu corpo consecutivamente e derruba o Pokémon de Água por meio de um Canhão de Flash. Diante disso, Empoleon usa o Redemoinho, mas o ataque não causa efeito algum no Lendário, que logo o derrota com um Double Iron Bash.


Sob o objetivo de bater de frente com a força bruta do Lendário, Nogueira coloca Incineroar de volta em campo, que usa o Lariat Escuro para bloquear o Canhão de Flash do oponente e ainda atingi-lo. Então, Melmetal revida com o Double Iron Bash, mas é parado novamente e nocauteado pela Queimadura Explosiva, que consome todo o seu corpo.


Incineroar é recuperado para a pokébola, para que se comesse o embate entre Lucario e Naganadel. Corpo-a-corpo e Tesoura X são os movimentos primeiramente utilizados, com a Ultra Criatura a levar a pior. Por descuido, Ash pede para que o seu Pokémon use o Bomba de Lodo, que não afeta o adversário por ter o tipo Metal, o que dá chance para que ele se aproxime e use o Pulso do Dragão. Entretanto, o do tipo Venenoso desvia, por sua alta velocidade, e ataca por trás com o Choque do Trovão.

Novamente, os dois voltam a investir com o Corpo-a-corpo e a Tesoura X, mas, dessa vez, com o segundo ataque se sobressaindo e acertando Lucario. Por meio do movimento Velocidade Extrema, o Pokémon do Professor Nogueira aumenta a velocidade, desvia com maestria de uma nova Tesoura X e acerta o oponente. Após isso, ambos utilizam o Pulso do Dragão, o que gera uma explosão, mas voltam a disputar com o Corpo-a-corpo e a Tesoura X, dessa vez com Naganadel utilizando também o Pulso do Dragão como elemento surpresa.

Com Lucario derrotado e Naganadel de volta à pokébola, as formas evoluídas do Litten voltam a invadir o estádio. Seus primeiros golpes são o Lariat Escuro e o Ataque de Chamas, com o menor tomando a vantagem e parando o evoluído, além de atingi-lo. Porém, quando tentou acertar o movimento Presas de Fogo, foi atingido pelo Golpe Enfeitiçado. Assim, Incineroar usa a Força Bruta e para o golpe Rajada de Fogo lançado pelo Torracat, mas é acertado consecutivamente pelo Ataque de Chamas.

Antes que Torracat acertasse as Presas de Fogo, Incineroar o segura e utiliza o Golpe Enfeitiçado, de modo a jogá-lo longe. Porém, fortalecido pelas chamas do guizo, o Pokémon do Ash ganha uma aura de fogo, a qual o evoluído tenta imitar, e acerta o movimento Vingança. Com a chama exalando dos dois Pokémon, os seus treinadores decidem ativar o Movimento Z Cataclismo Pírico, chocando os seus ataques e formando uma enorme bola de fogo, na qual os dois se atiram dentro com os movimentos Golpe Enfeitiçado e Vingança.

Depois de uma grande explosão, Torracat cambaleia, mas se mantém firme, vê Incineroar desmaiar e evolui para a sua forma final, apesar de gastar todas as suas forças e ser desclassificado, mas sob uma salva de palmas da plateia. O Professor Nogueira se prepara para lançar o seu último Pokémon, quando Tapu Koko intervém e pede para lutar como o seu sexto companheiro. Com o pedido aceito, Ash escolhe Naganadel para introduzir o confronto final.

Antes mesmo do combate começar, a habilidade da deidade guardiã ativa o Terreno Elétrico pelo estádio, o qual fortalece os movimentos do tipo Elétrico. Ash pede para que Naganadel use o Bomba de Lodo, mas Tapu Koko se defende por meio do movimento Asa de Aço. Depois disso, disputam força através da Asa de Aço e da Tesoura X, com os dois abusando da velocidade e surpreendendo a todos com o forte poder. Porém, o guardião de Alola vira o jogo ao superar o ataque do oponente com o Clarão Deslumbrante, por pouco não o derrubando.

A partir disso, uma perseguição é iniciada por parte do Tapu Koko, que usa o ataque Asa de Aço, mas Naganadel utiliza o Pulso do Dragão no chão, como distração, levantando poeira e acertando a Tesoura X furtivamente. Em seguida, a Ultra Criatura usa o golpe Bomba de Lodo, que é atravessado pelo Clarão Deslumbrante da deidade guardiã, ainda a atingindo. O Pokémon do Ash iria utilizar o Choque do Trovão, contudo, o guardião foi mais rápido e liberou a Descarga, responsável por sua vitória.

Para decidir o grande vencedor da partida de exibição, restam Pikachu e Tapu Koko. O roedor usa o Choque do Trovão, mas, por não ser páreo para o Clarão Deslumbrante, é lançado para trás. Não satisfeito, o Pokémon do Ash usa uma sequência falha do Ataque Rápido, desvia de uma novo Clarão Deslumbrante, mas insiste com a Cauda de Ferro e derruba a deidade guardiã. No solo, o  Lendário tenta usar o movimento Ira da Natureza, no entanto, é bloqueado por uma Teia Elétrica, que o deixa vulnerável para receber um Ataque Rápido, ser preso por outra Teia Elétrica e levar um Choque do Trovão, mas, agora, ao mesmo tempo que usava a Discarga.

Tapu Koko interrompe a luta, pois convoca as outras três deidades para fazer um ritual que energiza as Pulseira Z novamente e permite a utilização de mais um Movimento Z para cada treinador. Consequentemente, o Lendário entrega ao Nogueira o Tapunium Z, para que use o movimento exclusivo dos deuses guardiões de Alola. Então, o professor pede para que Ash mostre o seu poder total junto a ele, de modo a ativerem os Cristais Z.

O Professor Nogueira e Tapu Koko ativam juntos o Movimento Z Guardião de Alola, que faz um grande titã de terra servir como corpo para o Lendário, enquanto Ash e Pikachu usam o Choque do Trovão Fulminante. Ao mesmo tempo em que havia uma disputa de poder, através de belas palavras e lembranças, Ash e Pikachu se fortaleceram e romperam o poder do deus guardião, conquistando a vitória.


CONCLUSÃO


A respeito da trilha sonora, foi muito bem executada. As faixas musicais iam das músicas clássicas, que existem na franquia desde o início, até as mais recentes e marcantes, como é o caso de algumas muito usadas durante toda a série Sol & Lua, a intitulada abertura "XY&Z" da série com mesmo nome e a versão de Alola do encerramento "Type: Wild". Foram encaixadas nos momentos certos e ajudaram a criar o suspense quando necessário, da mesma forma que a euforia e arrepios nos momentos gloriosos.

Quanto à animação, ela esteve muito boa nos dois primeiros episódios, pareceu ficar ainda melhor no terceiro, mas, no quarto, ela se elevou de forma drástica, de modo a entregar ótimos efeitos visuais nos ataques e nas movimentações, o que deu um aspecto de velocidade e força ainda maior para os Pokémon. A qualidade das batalhas entre Naganadel/Pikachu e Tapu Koko foi surpreendente e muito cativante, sobretudo no momento dos Movimentos Z, os quais foram executados de um modo extremamente bonito e detalhado.

Sobre os personagens, o Pandam como juiz foi uma ótima escolha, por ele estar vendo o seu discípulo realizar a tão aguardada batalha e até pela conexão que tem o o Tapu Koko, então, acompanhou de perto esses dois personagens tão ligados a si nessa conclusão da liga. Outro grande acerto foi o Professor Carvalho, que explicou constantemente as táticas e como as ações de uns Pokémon influenciaram nas vitórias de outros, por parte do Ash, além de destacar como o garoto costuma capturar Pokémon competitivos e que estão sempre querendo se superar.

Outros personagens com muita participação foram a Delia e a Bruna, que destacaram bastante a alegria muito visível nos dois treinadores, durante a luta, além de a professora ter percebido a animação do Nogueira por ter o seu sonho realizado, estar executando a Liga Alola. Inclusive, tratando-se dele, mais pontos positivos foram a sua constante interação com a plateia, a precaução que teve por não conhecer muito bem o estilo de luta do Melmetal e do Naganadel e a naturalidade da dupla que formou com o Tapu Koko, já que nem sempre o guardião o ouvia, até por não possuírem uma conexão tão forte assim, mas ainda tiveram um ótimo desempenho juntos.

Para completar a abordagem dos personagens, a equipe da Fundação Aether também teve uma boa participação, principalmente cômica pelo Fábio estar torcendo para o Nogueira e a Lara para o Ash, enquanto a Samina apresentou comentários mais relevantes para a análise da trama. Tirando o Pandam, os demais Kahunas não participaram muito, mas pareceram bastante certos do reconhecimento dado ao garoto de Pallet, e os amigos do protagonista aparentaram sentir bastante emoção durante todo o confronto, principalmente com a vitória dele. A satisfação e admiração ficaram muito nítidas, apesar de esse ponto ser algo costumeiramente frequente por parte dos companheiros de viagem do herói nas ligas.

Ainda vale destacar o recurso da lembrança muito utilizado durante o confronto. Primeiramente, o Pandam relembrou do pequeno Nogueira, ao ver como estava empolgado com a batalha, o que passa uma mensagem boa, já que sabemos ter sido o Ash a grande influência para que ele tivesse os sonhos e desejos que conhecemos. Duas memórias só faladas, porém, muito relevantes, foram a menção, por parte da Samina, sobre o desenvolvimento do Poipole, que passou a ser um Pokémon muito poderoso, e a feita pela Bruna, que relembrou todo o trajeto do Torracat e como queria superar o Incineroar do seu marido. Ainda houve o flashback que mostrou o desempenho do Ash na liga, que foi aumentado com o passar dela, e um último que apresentou o trajeto dele e do Pikachu por Alola. Todas essas recordações contribuíram para a maior emotividade das cenas e para o reconhecimento da evolução dos personagens.

No que diz respeito à continuidade de características, a resistência do Lycanroc, muito vista na batalha contra o Gladio, foi novamente evidenciada, sendo um traço marcante dele, como também ocorreu na batalha contra Neves; e o Rowlet com a Dança das Penas, uma técnica não inventada para um dado momento, pois realmente virou uma estratégia do Pokémon.

Pontos também fortes foram o retorno positivo de Naganadel, em contraparte ao muito criticado do Goodra em Kalos, pois a Ultra Critatura teve um papel fundamental; a conclusão muito bem trabalhada da rivalidade entre Torracat e Incineroar, principalmente pelo abuso das trocas e estratégias; e a conclusão do desafio do Tapu Koko, iniciado desde que Ash chegou em Alola, com um final muito digno e grandioso.

Do mesmo modo, a diversidade de movimentos foi rica e bem trabalhada. De todos os Pokémon, somente Venusaur e Melmetal não usaram os quatro ataques que possuíam, com o primeiro usando três e o segundo dois. Tirando isso, os roteiristas apresentaram uma variedade incrível e com boas estratégias e combinações, essas inclusive reconhecidas pelos rivais que também assistiam à batalha. Acredito esse ser um dado relevante por, na maioria das vezes, quando as batalhas são completas, a quantidade de ataques é reduzida, para encurtar o tempo das lutas.

O fato de Pikachu não ter dado a vitória na liga para o Ash fez muito mais sentido depois da batalha de exibição, visto que para o mascote da franquia algo de uma proporção ainda maior estava sendo guardado, além de ter gerado uma das melhores cenas protagonizadas pela dupla. Foi ideal guardar o destaque do roedor para essa luta, que, por sinal, foi a primeira na história do anime a durar mais de três episódios.

Resumidamente, foram quatro episódios muito bem animados, com o final beirando a perfeição; houve uma trilha sonora e recursos muito bem empregados por trás, para que as estratégias e a alegria dos treinadores fossem melhor passadas. Além disso, os personagens na plateia ajudaram bastante a visualizar todo o êxtase e a carga emotiva, com muita variedade de golpes e mais aprofundamento nas batalhas, até por possuir mais tempo, e o desfecho fechou muitas pontas de forma genial, abusando de recapitulações para deixar mais claro o desenvolvimento até esse ponto da história.

Para além, existiu um respeito e um reconhecimento muito bonito do protagonista como grande campeão, inclusive da sua relação filial com o Professor Nogueira, como foi bem lembrado pelo Pandam. Portanto, visto existirem tantos pontos positivos, é de consenso da Pokémothim essa ser uma das melhores batalhas de todo o anime, se não a melhor.


Obrigado por ler! Espero que gostem desse e das demais postagens programadas para esse mês! Conte-me o que achou dessa luta e se acredita que pode ser ela a melhor de todo o anime.
Sobre Ersj
19 anos, Recife-PE, tem Pokémon como a sua franquia preferida desde os 7 anos. Sua mídia favorita é o anime, seguida dos jogos da saga principal e de Pokémon Go. Ama livros e séries, principalmente de fantasia; os filmes que mais assiste são animações, e “Imagine Dragons” é a banda pela qual tem maior apreço. Seu Pokémon predileto é o Pikachu e seu maior sonho é se tornar um escritor.
E-mail: ersj@pokemothim.net

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