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A Verdade Sobre a Luz Verde: Fim do Amourshipping?


Olá, Thunders!

Quando saiu o episódio do retorno da Serena no Japão, fiz imediatamente uma postagem sobre tudo o que achei. No entanto, tive alguns problemas pessoais e só consegui parar para editá-la duas semanas depois, quando muitos dos fãs já estavam enjoados de falar sobre o episódio, o que me fez desistir de postá-la. Acontece que uma teoria surgiu com a cena do reencontro entre Ash e Serena, muito boa, por sinal; mas os fãs ignoram a parte negativa da possível referência. Eu a conheci através de um vídeo do Camaleão, de acordo com tweets do KalosResident, direcionado pelo Krexxal. Oito meses depois, convido-lhes a acompanhar a análise e se aprofundar no significado da luz verde presente na despedida dos ex-companheiros de viagem.

Para isso, é importante destacar que a referência, de acordo com a teoria, vem do livro "O Grande Gatsby" de 1925, criado pelo escritor estadunidense Francis Scott Fitzgerald. Porém, como não estou com muito tempo disponível, até estou lendo essa belezinha aos pouquinhos, mas preferi consumir uma das 5 adaptações para o cinema. No caso, a mais recente, de 2013; que carrega o mesmo nome, foi dirigida por Baz Luhrmann e roteirizada pelo próprio e por Craig Pierce. Claro, isso não me impede de utilizar as passagens do livro que se referem especificamente à luz verde, de acordo com a análise da Dra. Anna Wulick. Com isso explicado e com um aviso de que essa matéria eventualmente tratará de temas não infantis, como adultério, assassinato e alcoolismo, devido aos detalhes sobre a obra que serviu como base; desejo uma ótima leitura!


Antes de tudo, qual a história de O Grande Gatsby? Nick Carraway, aspirante a escritor, conta a sua experiência na cidade de Long Island, em Nova York, após se mudar do centro-oeste dos EUA na primavera de 1922. De acordo com ele, foi uma aventura desagradável, na qual esteve entregue a bebidas, festas e luxuria; exceto por Jay Gatsby, seu vizinho, descrito como a pessoa mais otimista que conheceu. Isso porque, em sua mudança, Nick foi morar do outra lado da baía onde vivia sua prima Daisy e o marido Tom Buchanan, herdeiro de uma das famílias mais ricas da América. Acontece que o protagonista descobre que Tom trai descaradamente sua esposa, inclusive tendo outro caso mais sólido com Myrtle Wilson, como Nick presencia em uma das suas aventuras adúlteras.

Paralelamente, Nick via seu vizinho, o Sr. Gatsby, no cais à frente da sua casa, observando a luz verde da pequena lâmpada elétrica – que serve para alertar os barcos, durante a noite, da estrutura ali existente – no deque do outro lado da baía, na mansão da Daisy, como se tentasse alcançá-la de longe. Também se sentia observado pela figura desconhecida, até ser convidado para uma festa em seu casarão, que reunia pessoas ricas e importantes de toda Nova York. Porém, o protagonista percebeu que todos chegavam ali sem qualquer convite, a maioria nem mesmo conhecia o dono do local ou a verdade sobre o seu passado, apenas repetiam as mais diversas façanhas que acreditaram ter vivido. Quando o conheceu, Nick ficou supreso por ser jovem e gentil, passando a fazer atividades com ele, como passear de hidroplano, participar de mais festas e sair para almoçar; de modo que ouvia do próprio Gatsby suas incríveis histórias: único descendente vivo e herdeiro de uma família muito rica, educado em Oxford, morou em diversas capitais europeias, lutou na Primeira Guerra Mundial, etc.

Logo, Nick entende o interesse que o vizinho desenvolveu por ele, quando a golfista Jordan Baker, com quem desenvolveu uma relação socialmente reprovada pela diferença de classes, conta que Jay Gatsby queria que ele convidasse sua prima para um chá, pois eram apaixonados desde antes do afortunado partir para a guerra. Daisy teria o esperado, mas, por seu amado não ter voltado com o fim do conflito, casou-se com Tom. Jordan ainda conta que desde a Lua de Mel sua prima já era traída, e que Gatsby comprou a casa do outro lado da baía justamente para ficar perto dela, assim como as festas que dava eram na esperança de que Daisy fosse participar de alguma. Embora hesitante, por sua prima ser uma mulher casada, Nick decide ajudar e, inclusive, recusa qualquer recompensa de Gatsby para isso.

Assim, a casa de Nick, cheia de flores por seu vizinho, serviu de palco para o reencontro. De início, Jay estava inseguro e nervoso, pensando em desistir mais de uma vez, mas foi acalmado pelo novo amigo e a conversa fluiu com Daisy, que logo foi levada para conhecer a sua mansão. Dessa forma, os três fizeram uma série de programações juntos, durante as quais Nick notou como Daisy parecia sofrer pelos cinco anos que passaram distantes. Nesse ponto, Gatsby convidou sua amada para ver a luz verde que tanto admirava em seu cais, mas percebeu que, quando se reuniu com Daisy, a luz verde perdeu sua magia e simbologia, agora que não passava de uma luz qualquer.

Após isso, Daisy e Tom compareceram a uma das festas de Jay, na qual a moça dançou com o anfitrião, enquanto permitiu deliberadamente que seu marido a traísse, embora ele estivesse mais intrigado com a fortuna de Gatsby. Contudo, enquanto falavam sobre o futuro, Jay e Daisy discordaram, visto que ela queria fugir dali, enquanto ele queria que sua amada fosse morar com ele, assumindo o relacionamento e aproveitando o lar que construiu pensando nela. Na sua visão, Daisy era o que faltava para a sua vida continuar crescendo. Depois dessa visita, Gatsby não mais via sentido em dar festas, Daisy a encontrava discretamente, ao passo em que demitia mais e mais funcionários para evitar as fofocas que corriam pela cidade.

No entanto, durante o almoço em que Jay acreditava que Daisy finalmente assumiria seu romance, ela não o fez, e, com seu marido notando o que acontecia ali, propôs uma saída, determinado a enciumar Gatsby. Como no percurso Tom descobriu que Myrtle se mudaria, seu desespero aumentou, por sentir que perderia tanto a esposa quanto a amante. Diante de provocações, Jay revelou a Tom o amor recíproco entre ele e Daisy, afirmando que ela nunca o amou. Embora ela tenha concordado sobre o sentimentos em relação a Gatsby, não pôde dizer que nunca amou o seu marido. Diante disso, Tom acusou o rival de vender ilegalmente álcool nas farmácias que comprou e de praticar golpes, o que explicaria sua grande riqueza. Ao perder a cabeça aos berros e por pouco não esmurrando Tom, Jay deixou sua amada assustada e correu atrás dela para acompanhá-la no carro. Nesse retorno para casa, o afortunado acabou por atropelar e matar Myrtle, que fugia de uma briga com seu marido, o Sr. Wilson, o qual havia descoberto as suas traições.

Quando chegou à cena do crime, Tom aproveitou a situação para afirmar ao Sr. Wilson que Jay foi tanto o responsável pela morte da sua esposa, como era o amante dela. De volta à mansão dos Buchanan, farto de todos aqueles acontecimentos, Nick resolveu ir para casa, mas, no jardim, encontrou Gatsby, que confiou apenas a ele a verdadeira versão do que aconteceu: Daisy quem dirigia e, nervosa, não pôde evitar o atropelamento. Porém, estava disposto a assumir a culpa por ela e daria tempo para que sua amada o procurasse até o dia seguinte, agora que Tom sabia a verdade, para que finalmente pudessem viverem juntos. Contudo, Nick descobriu que sua prima partiria com o marido para longe, o que o fez querer avisar a Jay, que se recusava a ouvir qualquer coisa que não fosse uma reafirmação do seu sonho amoroso.

Na última noite que passaram juntos, Gatsby contou sua verdadeira história, a busca pela vida que sonhava desde criança. Batizado como James Gatz, o garoto rejeitou seus pobres pais camponeses da Dakota do Norte, pois se via apenas como filho de Deus, destinado à glória. Aos 16 anos, partiu para longe e, ao resgatar um capitão milionário e alcoólatra no Lago Superior, Dan Cody; mudou seu nome, navegou com o marinheiro por cinco anos e aprendeu tudo como ser um cavalheiro. Porém, quando o velho Cody morreu, sua família não permitiu que herdasse nada. Novamente pobre, cinco anos antes do presente da história e tendo se tornado um oficial, foi à casa da Daisy com outros soldados, onde a conheceu e se apaixonaram, mas sabia que aquilo arruinaria todos os seus sonhos de crescimento pessoal. Quando foi à guerra, não voltou de imediato para se tornar alguém na vida antes de rever Daisy e preparar a vida perfeita para eles, nunca tendo a esquecido.

Na manhã seguinte, antes de sair para o trabalho, encantado pela esperança do vizinho, Nick desabafou que seu amigo valia mais do que todas aquelas pessoas juntas. Gatsby ficou contente e continuou a esperar ansiosamente por uma ligação de Daisy. Quando o telefone tocou e estava prestes a atender, foi atingido por um tiro disparado pelo marido da falecida Myrtle. Sua última visão foi a luz verde, partindo feliz por saber que sua amada havia finalmente ligado para realizarem seu sonho juntos; quando, na realidade, nunca soube que Nick quem ligou em busca de atualizações suas. Nas notícias, Gatsby ficou conhecido como assassino e amante infiel, enquanto nenhum dos vários que visitavam sua casa e aproveitavam da sua riqueza compareceram ao seu funeral, nem mesmo Daisy, que partiu para aproveitar uma viagem em família. Nick sofreu seu luto sozinho e, frustrado com a visão que já teve de Nova York, antes de partir, viu no cais a luz verde tanto admirada por Jay (tendo um deslumbre do seu amigo), refletindo sobre esse futuro que parece cada vez mais próximo, mas continua na impossibilidade de ser alcançado. Posteriormente, o protagonista fez um livro dedicado a história do amigo.

Ok, aqui eu poderia trazer muitas reflexões sobre o filme, como críticas feitas ao patriarcado, racismo estadunidense, exploração dos trabalhadores, sobretudo ao "sonho americano"; esse ideal de sucesso e prosperidade a ser alcançado por cada um. É possível questionar a própria postura manipuladora e obsessiva do considerado como tão heroico e puro Gatsby; mas eu já tratei demais sobre o filme e, agora, é hora de escrever sobre Amoushipping. O filme já inicia mostrando a luz verde, enquanto Nick conta sobre o conselho que o seu pai deu: que sempre procurasse ver o que as pessoas tem de melhor, para evitar julgamentos precipitados. E vemos como essa luz está intimamente ligada ao desejo e esperança de Jay Gatsby de conseguir ter a sua pessoa amada, que tanto valoriza para a sua plena felicidade. Então, tecnicamente, é isso mesmo que o episódio quis dizer? Ash e Serena ficarão juntos no futuro e o Amourshipping vive? Não exatamente.

Claro que essa é uma interpretação possível, mas, antes de qualquer coisa, é preciso entender que a luz verde não carrega um sentido único que, com toda certeza, foi isso que quis representar no anime. Pelo contrário, ela muda de sentido do início ao fim do filme, existe uma drástica transformação de significado. No final do primeiro capítulo do livro, Nick observa Jay fazer o clássico e intrigante gesto de ir até o fim do seu cais e tentar segurar a luz do outro lado da baía com as suas próprias mãos, buscava alcançar seu sonho, assim como também é mostrado no filme. É no capítulo 5 que ela assume outra interpretação, quando Gatsby mostra a sua mansão a Daisy. Igualmente como no filme, ele percebe que a magia da luz verde que gostaria de mostrá-la perdeu totalmente o sentido, agora que conseguia ter a sua amada na sua frente. Aquela luz não passava de algo emanado por uma simples lâmpada, algo normal. Por fim, no capítulo 9, final do romance, quando o próprio Nick observa a luz verde após a morte de Jay, ela volta a carregar uma simbologia mágica, mas não mais tão positiva como no início. Agora, ela deixou de ser um significado pessoal e passou a ter um universal, pois é aquele sonho que todos tentam alcançar incasavelmente, porque sempre parece possível de se realizar, mas nunca realmente é.

Assim sendo, no começo do filme/livro, a luz verde representa a esperança, os desejos e sonhos de Gatsby de se reunir com a pessoa amada. O mesmo se pode pensar da Serena. Se o sentimento romântico ainda vive, e tudo indica que sim, dentro da performer, ela certamente espera um dia estar novamente ao lado de Ash, realizar o desejo de tê-lo como companheiro amoroso no futuro. Apesar de as promessas e trocadilhos da dublagem não serem necessariamente canônicos, o próprio nome do episódio nos EUA brincou com isso, por ser "Reunindo-se pela Primeira Vez!". Ou seja, insinuando que Serena e Ash se reencontrarão outras vezes. Sabe-se ainda que a garota tem uma enorme admiração pelo amigo e pela forma como corre atrás dos sonhos, tanto que prometeu fazer o mesmo quando se despediram pela primeira vez, em Kalos. Sem mencionar a própria simbologia da luz verde, independente da trama, por funcionar como um farol para barcos, assim como Ash/Daisy seria um farol que incentiva Serena/Gatsby a buscar o melhor de si; e pela cor verde representar primavera, renascimento e esperança.

Porém, no meio do filme/livro, vemos que o desejo de Gatsby é tão intenso que ele quer ignorar todo o tempo que passaram separados e retornar ao passado, não considerando a própria vivência da Daisy nos últimos cinco anos. A luz verde perde seu encanto, Daisy está alcançável para Gatsby, ela revela que também amou o seu marido, o caso deles se mostra moralmente errado. Tudo parece decair. Em termos de trajetória, é até semelhante, pois, tanto Serena como Gatsby, estiveram juntos da pessoa amada no passado, acabaram se separando em prol dos seus sonhos, mas, quando se reencontraram, ainda não puderem ficar juntos. Enquanto a performer assistiu mais uma vez Ash ficar distante dela, o afortunado aguardava ansioso até que Daisy deixasse Tom para ir viver com ele do outro lado da baía. Mesmo com o reencontro, nenhum dos dois de fato chegou a conseguir realizar o desejo que tinham em relação àquela outra pessoa. É interessante como Sylveon, que consegue ler os sentimentos, quis se certificar de que Serena estava bem quando Ash deixou Hoenn.

Com a não realização do sonho, no fim do filme/livro, esse desejo é interpretado como um que todos possuem, não apenas o Jay Gatsby. É o sonho inalcançável, alimentado pela luz verde, que nos faz acreditar inocentemente que iremos alcançá-lo, que estamos cada vez mais próximos, se tentarmos mais a cada dia. Esse futuro parece ficar cada vez mais distante, mas, mesmo assim, achamos o contrário e insistimos em agarrá-lo. Aqui é válido ressaltar que o verde negativamente também simboliza a ganância e a morte. E é nesse sentido que é muito sombrio que os roteiristas tenham escolhido a luz verde para referenciar o Amourshipping. Não significa que Serena vai morrer, que vai ser traída ou qualquer coisa do nível. Claro que não, não faria sentido passarem uma mensagem tão negativa em um episódio dedicado a matar a saudade que os fãs estavam dela. 

Contudo, é no mínimo curioso que, mesmo que tenham pego a luz verde por conta do seu sentido inicial de esperança e sonho em prol do amor, algo bonito, é uma simbologia que, no fim do filme, mostra-se ingênua e irrealizável, aquele desejo que nunca conseguiremos alcançar. A impressão que dá é de que Serena ainda tem o amor de Ash como um dos seus desejos futuros, mas que ela não vai consegui-lo. E o fato de só terem feito os seus olhos brilharem naquela despedida, ao contrário do final de XY&Z em que os do Ash brilharam também, talvez seja apenas outro indicativo de que a equipe de Jornadas – o que nada impede de outras, como a de XY, pensarem diferente – não veem esse ship se oficializando no futuro. Reparem que o olho do Ash reflete apenas o brilho do Sol que está se pondo, enquanto o da Serena realmente carrega o brilho de encanto mencionado pela própria Cloe no episódio.

É importante salientar o trecho que KalosResident mostrou como forma de alegrar os fãs do ship, "Existe uma antiga lenda no norte da Europa: Enquanto alguém vir uma luz verde em sua vida, seu desejo se tornará realidade; porque enquanto a luz branca, a luz laranja e a luz amarela se desviarem para o horizonte, a luz verde aparecerá. Enquanto você vir a luz verde, poderá ver sua própria mente e a mente do seu amante. E pode obter o verdadeiro Amour". Ele não existe no livro e nem na adaptação mais recente que assisti na íntegra. As demais, com exceção da primeira (por ser um filme mudo e que foi perdido); assisti as partes-chave, em que falavam sobre a luz verde, mas também não encontrei esse trecho. Não sei se por ter visto em péssima qualidade e algumas em inglês sem legenda, talvez eu tenha sido descuidado, mas me esforcei para achar sem sucesso. Até entrei em contato com o KalosResident para descobrir de onde saiu essa citação, mas não recebi resposta.

Não quero afirmar nada, até porque, mais uma vez, pode ter sido desatenção minha – inglês era meu único fraco no colégio, não me surpreenderia – mas, talvez, essa passagem que circulou com a teoria e deixou tantos fãs emocionados pode ser falsa. Se repararmos bem, na imagem que KalosResident usa como fonte, o trecho termina com a palavra "Amour", que é amor em francês. Como a história de Gatsby não tem relação com a França, não faz muito sentido que a palavra apareça assim. O mais provável é que tenha sido propositalmente escrita dessa forma para referenciar o Amourshipping, e, como obviamente Ash e Serena não existem no universo de O Grande Gatsby, menos sentido ainda faz referenciar o ship por lá. Além do mais, caso pesquise por conta própria essa citação na internet, só irá encontrá-la justamente nas postagem de Pokémon que mencionam a teoria, nada realmente relacionado à obra original. Não quero dizer aqui que KalosResident tentou enganar a todos, talvez ele apenas só tenha sido enganado também. Mas, novamente, posso estar escrevendo várias besteiras, só acho justo que os fãs que acreditaram tão fielmente saibam que pode ser uma grande mentira. 

Nossa, Ersj, você tá querendo destruir o Amoushipping? Jamais. Eu mesmo acho mais legal pensar – e fiquei superempolgado quando vi a teoria pela primeira vez – que a luz verde mostrada para a Serena é para simbolizar que conseguirá voltar a ficar ao lado do seu amado Ash, futuramente como um casal; mas, ao investigar a obra referenciada a fundo, não posso simplesmente ignorar que a mensagem final da luz verde é de um sonho que sempre se faz presente, mas nunca será alcançado. Claro, como já escrevi, pode ser apenas um pensamento da equipe de Jornadas, ao contrário do diretor da série XY, Tetsuo Yajima, que por ele SatoSere é mais do que confirmado. Da mesma forma, também pode ser que a cena de despedida em Pokémon não tenha sido realmente inspirada na luz verde, embora foi muito do nada a ilumação naquela cor; ou até teve essa inspiração, mas em outra luz que não a do livro O Grande Gatsby. Um exemplo é a música "Green Light" da cantora neozelandesa Lorde, que negou se inspirar na luz verde do autor Francis, que carrega um tom mais ilusório, uma vez que a sua luz verde carrega o sentido de recomeçar, seguir em direção ao futuro, o que tudo tem a ver com as palavras que Ash e Serena trocaram em seu breve reencontro. 


Mas, o que vocês acham? Gostam do Amourshipping? Acham que a referência realmente foi a O Grande Gatsby? Estão surpresos com o real significado por trás dessa simples e inofensiva luz? Adoraria ler as suas opiniões! Como eu fiz essa postagem inteiramente em um dia, deu bastante trabalho consumir todo esse material para tentar trazer um conteúdo bacana e confiável para vocês, por isso espero que tenha sido pelo menos divertida a leitura. Por ser um shipper de SatoSere, eu torço para que a teoria esteja errada, mas acho que ela faz bastante sentido.


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Sobre Ersj
anos, Recife-PE, tem Pokémon como a sua franquia preferida desde os 7 anos. Sua mídia favorita é o anime, seguida dos jogos da saga principal e de Pokémon Go. Ama livros e séries, principalmente de fantasia; os filmes que mais assiste são animações, e “Imagine Dragons” é a banda pela qual tem maior apreço. Seu Pokémon predileto é o Pikachu e seu maior sonho é se tornar um escritor.
E-mail: ersj@pokemothim.net

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